Debate sobre fim da escala 6x1 preocupa supermercados
Discussão sobre o fim da escala 6x1 na Apas Show levanta preocupações sobre produtividade e mão de obra no setor supermercadista.

Durante a 40ª edição da Apas Show, em São Paulo, líderes empresariais discutiram o impacto do fim da escala 6x1 no setor supermercadista, segundo matéria da CNN Brasil. O evento, que é a maior feira do setor no mundo, contou com a participação de representantes de entidades como FecomercioSP e Faesp, que expressaram preocupações sobre os efeitos na produtividade e na economia.
Erlon Ortega, presidente da Apas, destacou a importância de permitir que as empresas decidam suas escalas de trabalho, mencionando a falta de mão de obra como um grande desafio atual. Ortega também pediu que o setor seja considerado essencial.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, presente no evento, alertou sobre a possível perda do poder de compra dos trabalhadores com a mudança. Em contrapartida, o vice-presidente Geraldo Alckmin argumentou que a redução da jornada de trabalho é uma tendência global e pode ser viabilizada com o uso de tecnologias. "Vamos buscar diálogo pra ter a melhor solução", afirmou.
Com informações de CNN Brasil.
Sobre o autor

198 matérias publicadas
Fundador do EmpreendaNews. Administrador, atua com foco em negócios e mercado imobiliário em Santa Catarina, acompanhando de perto o ambiente empresarial e seus movimentos. No EmpreendaNews, lidera projetos de conteúdo e relacionamento com empreendedores, fortalecendo conexões e visões práticas de mercado.
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

BRB enfrenta novo fantasma financeiro
O BRB enfrenta riscos financeiros após cancelamento de venda de ativos. Negociações por empréstimo seguem em compasso de espera.

Portugal lida com dívida de nove bilhões de euros
Portugal enfrenta reembolso de dívida pública de mais de nove bilhões de euros

Alívio ou ilusão? Inflação recua, mas preocupa
Estimativa para o IPCA de 2026 recuou para 5,15%. Apesar da melhora, projeção ainda supera o teto de 4,5% estabelecido para a inflação brasileira