Diretor do BC nega pressão política sobre liquidação do Banco Master à PF

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino, negou, em depoimento à Polícia Federal (PF) em 30 de dezembro, ter sofrido pressão política sobre a liquidação do Banco Master. A informação foi divulgada na quinta-feira (29).
“Que eu tenha conhecimento como diretor de Fiscalização, eu não conheço, não recebi, nenhuma pressão de liquidar ou não liquidar de autoridades da República, não tenho conhecimento”, afirmou Aquino.
Contexto dos depoimentos
Os depoimentos de Aquino, do dono do Master, Daniel Vorcaro, e do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa foram liberados um mês após a realização, em dezembro de 2025.
O ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo após pedido do BC.
Aquino afirmou que a supervisão do caso foi realizada normalmente. Ele negou que o Banco Central tenha adotado medida prudencial preventiva contra o BRB para impedir a compra do Master. A medida foi datada de 14 de outubro, enquanto a operação entre BRB e Master foi negada em setembro.
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