Estreito de Hormuz fechado e tensões: cenário preocupa mercados, dizem gestores

O fechamento do Estreito de Hormuz e a alta do petróleo, juntamente com as ações do ex-presidente dos EUA Donald Trump, geram incertezas nos mercados financeiros, segundo gestores brasileiros.
Leonardo Linhares, head de Ações da SPX Capital, afirmou que o cenário é complexo, com alternativas problemáticas para Trump. Andrew Reider, sócio e gestor do WHG Long Biased, mencionou que a guerra traz incertezas.
Análise de Cenários
Um analista sênior de inteligência militar britânica previu que o Irã não teria capacidade de fechar o Estreito de Hormuz, mas o estreito foi fechado. Reider resumiu a situação, dizendo que as previsões são difíceis.
O programa Aftermarket, do Stock Pickers, com Lucas Collazo, reuniu Linhares, Reider e Christian Keleti, CEO da Alpha Key, para discutir guerra, petróleo, mercados emergentes e inteligência artificial.
A WHG desenvolveu um sistema de inteligência artificial que analisa notícias para prever cenários de conflito. O modelo da WHG apontou inicialmente um cenário de choque sistêmico. Após sinais de negociação por Trump, os mercados reagiram.
Reider observou que o mercado ainda não confia totalmente no fim da guerra. Ele comparou a postura de Trump com a estratégia do livro "Art of the Deal", mas com o Irã como adversário.
Reider também avaliou que o Irã pode usar o fechamento do Estreito de Hormuz como pressão em negociações.
A situação nos mercados permanece instável, com gestores avaliando as possíveis trajetórias do conflito.
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