Inflação da Zona do Euro Desacelera a 2% em Dezembro, Indica Eurostat

FRANKFURT, 7 Jan (Reuters) – A inflação na zona do euro desacelerou para 2,0% em dezembro, atingindo a meta do Banco Central Europeu (BCE), impulsionada pela queda nos custos de energia, conforme dados da Eurostat divulgados nesta quarta-feira.
Desaceleração da Inflação em Dezembro
A inflação de 2,0% em dezembro representa uma queda em relação aos 2,1% registrados no mês anterior, em linha com as expectativas de uma pesquisa da Reuters com economistas. Essa desaceleração ocorreu em meio à queda dos preços da energia, que compensou o aumento na inflação de alimentos.
Queda nos Preços Subjacentes
O dado crucial sobre os preços subjacentes, que exclui os custos voláteis de alimentos e energia, diminuiu para 2,3%, ante 2,4%. Essa diminuição foi resultado de uma modesta desaceleração na inflação de serviços e produtos industriais.
Perspectivas Futuras e Decisão do BCE
O aumento dos preços oscilou em torno da meta de 2% do BCE durante a maior parte de 2025, e o banco projeta que a inflação permaneça próxima desse nível nos próximos anos. O BCE sinalizou que não tem pressa em ajustar a política monetária, consolidando as expectativas do mercado de que a taxa de depósito será mantida em 2% durante todo o ano de 2026.
Quer receber mais notícias? Acesse nosso canal no WhatsApp.
Entrar no canal do WhatsApp
Sobre o autor

759 matérias publicadas
CEO do EmpreendaSC, empreendedor, jornalista e comunicador com experiência em operação, vendas e análise de mercado. Combina vivência empresarial e leitura de dados para traduzir o cenário catarinense em informação prática para quem empreende.
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

Quem cresce é punido? O radar dos negócios de hoje
Entidades cobram a atualização dos limites do Simples; empresas projetam inflação maior para 2027; e o varejo se prepara para contratar no fim do ano.

Radar EmpreendaNews: economia, IA e petróleo movimentam o mercado
Medidas do governo chegam a R$ 215,6 bilhões, empresas adotam modelos de inteligência artificial mais baratos e tensão no Oriente Médio pressiona o preço do petróleo.
