Petrobras: Goldman Sachs vê espaço para novos aumentos nos preços do diesel

Após a Petrobras elevar os preços do diesel em 12%, o Goldman Sachs avalia a possibilidade de novos reajustes.
O banco de investimentos considera que os preços da estatal estão cerca de 33% abaixo da referência internacional, mesmo com o subsídio do governo.
Suspensão de leilões e impactos
A Petrobras suspendeu leilões de combustíveis previstos para o início da próxima semana.
Os leilões anteriores apresentavam preços entre R$ 1,80 e R$ 2,00 por litro acima dos praticados nas refinarias, o que gerou reclamações de distribuidoras.
O Goldman Sachs menciona a possibilidade de greve de caminhoneiros e o movimento do governo para reduzir tributos estaduais.
Contexto do mercado
Cerca de 25% do diesel consumido no Brasil é importado.
O aumento de impostos estaduais pode ter incentivado a formação de estoques pelas distribuidoras.
O banco mantém a preferência relativa por PRIO (PRIO3) e a recomendação de compra para Petrobras, com base em um dividend yield projetado de cerca de 12% em 2027.
A suspensão dos leilões de combustíveis e a redução de cotas de fornecimento a distribuidoras são fatores considerados pelo Goldman Sachs.
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