SP: Nível de reservatórios de água preocupa; governo pede economia
Sabesp

A secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natalia Resende, manifestou preocupação com o nível dos reservatórios de água no estado. Em entrevista à Rádio Eldorado, Resende apontou que as chuvas estão abaixo da média histórica, ao mesmo tempo em que o consumo de água registrou um aumento de 60%.
Consumo Aumenta em Cenário de Baixa Chuva
Segundo a secretária, a combinação de chuvas insuficientes com a elevação expressiva no consumo de água pela população é o principal fator que motiva a atenção do governo para as reservas hídricas. Natalia Resende enfatizou que, apesar da preocupação, a possibilidade de racionamento de água no curto prazo está afastada.
Apelo por Economia de Água
Diante do cenário, o governo do estado pede à população um esforço para o uso consciente e a economia de água. A medida visa garantir a segurança hídrica e evitar maiores impactos caso a situação de escassez hídrica se agrave nos próximos meses.
Quer receber mais notícias? Acesse nosso canal no WhatsApp.
Entrar no canal do WhatsApp
Sobre o autor

739 matérias publicadas
CEO do EmpreendaSC, empreendedor, jornalista e comunicador com experiência em operação, vendas e análise de mercado. Combina vivência empresarial e leitura de dados para traduzir o cenário catarinense em informação prática para quem empreende.
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

Claude Guillemot, cofundador da Ubisoft, morre em acidente aéreo
Claude Guillemot, cofundador da Ubisoft, faleceu em acidente aéreo na França.

EmpreendaNews visita a Brasil Paralelo durante movimento de expansão nacional

Piçarras Assume Papel Estratégico no Novo Ciclo do Mercado Imobiliário
Balneário Piçarras começa a se destacar como um dos mercados mais promissores do litoral catarinense ao reunir atributos valorizados pelo novo consumidor de alto padrão: qualidade ambiental, urbanismo planejado, exclusividade e qualidade de vida. Em um cenário onde investidores buscam mais do que rentabilidade, a cidade surge como uma oportunidade estratégica no início de um novo ciclo imobiliário, impulsionado por tendências ligadas à sustentabilidade, bem-estar e preservação patrimonial.

