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Economista da Vanguard fala sobre cenário econômico global em conferência

Economista da Vanguard fala sobre cenário econômico global em conferência
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Thiago Ferreira, economista da Vanguard, apresentou sua análise sobre o cenário econômico global na XP Global Conference 2026. Ferreira abordou a redução do espaço para diminuir os juros pelos bancos centrais, o impacto do conflito no Irã e a influência da inteligência artificial (IA) nos mercados.

Ferreira afirmou que os bancos centrais enfrentam desafios devido à redução do espaço para diminuir os juros. O economista explicou que o conflito no Irã e os preços elevados do petróleo intensificam os desafios para a economia global.

De acordo com Ferreira, o choque do petróleo agrava as dificuldades dos bancos centrais. No caso do Fed, por exemplo, a inflação persistente e o mercado de trabalho em desaceleração impõem dificuldades. Isso eleva o ‘juro neutro’, limitando a margem de manobra dos bancos centrais para controlar a inflação.

Inteligência Artificial e o cenário econômico

A inteligência artificial emerge como uma força que está transformando a economia e os mercados globais. Na fase atual de desenvolvimento, a IA pode levar a um cenário de alto crescimento e produtividade, mas com juros mais altos.

Ferreira explicou que a automação diminui a demanda por emprego e pode reduzir o custo, levando as empresas a ajustar menos os preços. Contudo, essa tecnologia exige muito capital, impactando a demanda por crédito.

Estratégias de investimento

Ferreira sugere uma reavaliação das estratégias de investimento. Com a expectativa de juros mais altos, a renda fixa se torna mais atrativa. O economista considera o mercado de ações dos EUA sobrevalorizado.

Em ciclos tecnológicos emergentes, estratégias de “Momentum” se destacam. À medida que a tecnologia se difunde, as ações de “Value” tendem a ter melhor desempenho. O mercado internacional é visto como mais atrativo que o americano.

Ferreira propõe inverter a composição tradicional de carteiras, com 40% em ações e 60% em títulos (40-60). A sugestão é reduzir a exposição aos EUA, aumentar a alocação em mercados internacionais e priorizar ações de “Value”.

A composição de carteiras pode ser reavaliada diante do cenário econômico global.

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