Lula cita caso Banco Master e defende PEC da Segurança Pública

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empossando o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, nesta quinta-feira (15), mencionou as investigações envolvendo o Banco Master e a Operação Carbono Oculto ao defender a política de segurança do governo.
Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, Lula afirmou que o governo está em um momento oportuno para combater o crime organizado. Ele citou a Operação Carbono Oculto e a apreensão de cinco navios com gasolina contrabandeada como exemplos das ações em andamento.
PEC da Segurança Pública
Lula expressou confiança no avanço da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que tramita na Câmara dos Deputados. A PEC visa definir o papel da União no setor, em um cenário onde a responsabilidade pela segurança foi transferida para os estados na Constituição de 1988.
O presidente ressaltou a importância da articulação entre os órgãos de Estado e enfatizou que o combate ao crime deve ir além de ações pontuais, visando alcançar os responsáveis por crimes e a sonegação de impostos.
Próximos passos
O ministro Wellington Lima e Silva informou que irá conversar com os secretários da pasta para avaliar possíveis mudanças na equipe. Os atuais diretores-gerais da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal permanecerão nos cargos.
A PEC da Segurança Pública segue em tramitação na Câmara dos Deputados, onde o governo buscará apoio para sua aprovação.
Quer receber mais notícias? Acesse nosso canal no WhatsApp.
Entrar no canal do WhatsApp
Sobre o autor
Mais matérias de EmpreendaNews
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

Trump classifica PCC e CV como organizações terroristas
Governo Trump classifica PCC e CV como terroristas, impondo sanções.

Luciano Bivar propõe extermínio de tubarões e gera controvérsia
Luciano Bivar sugere extermínio de tubarões, gerando polêmica entre especialistas.

A imprensa que chora pelo PCC e esquece quem vive sob ele
João Paulo Taumaturgo critica a reação da imprensa à classificação do PCC como terrorista, destacando a realidade dos brasileiros sob domínio das facções.

