Morgan Stanley: IA exigirá novos empregos e novas habilidades

Um relatório do Morgan Stanley de 2026 prevê que a inteligência artificial (IA) modificará o mercado de trabalho, gerando novas ocupações e exigindo diferentes habilidades dos profissionais.
A previsão surge em um contexto de preocupações sobre o impacto da IA na automação de empregos, com especialistas do mercado acionário e da tecnologia alertando para a obsolescência de funções tradicionais.
Novas funções no mercado de trabalho
O estudo do Morgan Stanley aponta que a IA mudará “tipos de emprego, ocupações e habilidades necessárias”. O relatório descreve novas profissões que devem se tornar comuns nas empresas.
- Aumento da demanda por “chief AI officers”, para orientar a adoção da tecnologia.
- Criação de funções de governança de IA, focadas em conformidade de dados e segurança da informação.
- Surgimento de funções híbridas, como a combinação de gerente de produto e engenheiro.
- Aparecimento de “estrategistas de personalização com IA” e “analistas de cadeia de suprimentos com IA”.
- Demanda por “engenheiros de manutenção preditiva”, “analistas de redes elétricas inteligentes”, “geneticistas computacionais” e especialistas em diagnósticos por IA.
O Morgan Stanley observa que, nos últimos 150 anos, mudanças tecnológicas transformaram a força de trabalho, mas “não substituíram o trabalho humano”.
O relatório ressalta que algumas funções podem ser automatizadas, outras serão aprimoradas com o uso da IA, e novas profissões serão criadas.
Em 2025, 30% das empresas identificadas como “adotantes” de IA relataram benefícios financeiros ou de produtividade decorrentes da tecnologia, ante 16% um ano antes.
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